quarta-feira, 7 de maio de 2025

Dream Pc or Dino?

A raptor or a RAPTOR Z95? The answer is: Both! Symbol of ferocity and power, don't be fooled by their size, although they are not the largest and most powerful of all existing, within their category however, the Z95 and the Velociraptor are the unbeatable example of processing and hunting of both that prey and that game; the ending is always the same: The Raptor always wins! My current pc is a Ryzen 5600 g, Gtx 1060 6gb, 21 inch Philco gaming monitor. I love games and I love pc, I hope that one day I can have more power for better games.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Metal Heart


Talvez seja... aliás, eu geralmente começo algum diálogo ou texto com talvez e isso tem me incomodado. Me sinto confuso sempre a respeito de tudo e acho incrível quem consegue levar o mundo como algo sólido e abstrair o talvez da sua vida. Isso me faz pensar sobre introspecção, modos de ser e agir e o véu que está a cobrir-me é um translúcido, psicótico espelhado num universo de possibilidades e isso até hoje faz com que eu seja isto - um talvez.  Talvez de amagos múltiplos que me impossibilita de existir realmente num mundo que é sólido. Meu primeiro ano no Curso de Letras, e tenho adorado, ainda que nem sempre corresponda as expectativas - e talvez na Literatura o meu ah, droga, acabei de escrever inconscientemente talvez...irônico. Mas a verdade (e agora excluindo o talvez da minha mente) a Literatura me permita ser, em partes, quem sou; um caleidoscópio e por isso gosto tanto. Ainda assim existe um embate, meu Logos produto do século XXI de espírito lógico me impele a ser somente uno, rígido no pensar tanto é que as pessoas, as coisas e toda minha representação do planeta me soa como um objeto imbuído de pura e austera banalidade, de uma vida árida, perdida no imaginário e desejo comum aos homens onde os anseios são simples futilidades. Isso também me incomoda. Me fascina saber que o mundo não é A nem B mas uma síntese, mistura, maquinação entre ambos que foram o AB e BA ou até mesmo fundem-se em algo novo para escapar em um C. Contudo não poder conhecer isso, irritabilidade inerente a condição de ser, me transtorna. É como aprender que "Isso é assim, mas vezes ele pode nao ser. Mas é sempre assim" um paradoxo de talvezes. É como eu me sinto e meu alento tem sido deixar meu coração que no passado era mole para ferrugem.





quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Coração Vagabundo



Tenho tido dificuldade para as palavras, provável reflexo do que consigo com minha vida. Mas gosto das imagens mesmo na naturalidade da sua vida estática me fazem vibrar mais que as pessoas.

Já não me recordo quando postei aqui pela ultima vez pois faz tempo que acumulo coisas,individuos, sentimentos... em particular, experiências frustrantes e as basto em mim, sem procurar expandi-las ou torna-las síntese de algo que me faça aprender.  Tem sido difícil esgotar toda essa característica primordial de introspecção, solidão, ao nível do secreto, do indizível... daqueles que leem a ti com uma intuição e não com olhares capciosos.
 Gostaria de renegar a minha condição de afável mas que não passa de miserável, condição equivalente a qualquer outro individuo nesse mundo, provido apenas da materialidade do respirável, das suas superficialidades existenciais e sobretudo relações de amores líquidos.  

Um ser de momentos, de fases, um ser do óbvio. Essa dualidade não me deixa ser feliz.
Numa bolha de confusão só quero retratar o rosto de uma menina, que me atrai e encanta.
Na sensação de temor só desejo um sorriso amigável, do mais embriagado amigo.
No peso da responsabilidade, não quero nada. Só paz, tranquilidade.

Deixa eu terminar com uma canção, esse texto enfadonho e bobo. Um dos tantos que me acostumei a escrever.
 



domingo, 8 de janeiro de 2012

"Lá, do vácuo, intimamente criei minha amiga. E hoje no colo da solidão eu repouso."


Parece sarcastico assistir as pessoas na rua e nos diversos lugares no qual ando ou andei e identificar nelas a suposta alegria e não a solidão sucinta com a qual convivo e permeia delicadamente meu semblante da forma que hoje eu gosto; Tendo em vista, algo que me salta aos olhos é a promiscuidade das amizades... Um dia você, por ventura, cita coisas desagradaveis de alguém e, daqui um tempo, por fim está com ela. Em outro, não tens envolvimento algum com a criatura e logo ve-se grudada a mesma.

Seria afinidade mediada pela famigerada alegria ou na verdade a adaptação da necessidade em resposta a rigidez que a Solidão exige? Uma acomodação dos sentimentos, talvez, seccionar a si mesmo, interiormente, em alguns pontos. E deixar estar. Só pra manter algum relacionamento interpessoal.

O maior reflexo é nas pessoas que por fim não ficam em nossa vida definitivamente. Conte todas as pessoas com a qual já se envolveu de jeitos e maneiras diferentes e perceba como algumas duram minutos, horas, dias, meses, anos mas terminam ou com um sopro afugentam nosso interesse. (Obviamente, existe as que vão durar até o falecimento de ambos e mesmo após, mas numa analise matematica de cada individuo com a qual essa jogada não passa de um flerte é cósmica)

Tenho saudades de sentar e olhar a Lua e simplesmente conversar.
Mas mais saudade, que me dá de morrer, é da solidão amiga que sabia ouvir e dar conselhos, que me transformou num Romantico e afinou meu gosto pelas coisas da vida. Eu sonhava graças a ela e apesar dessa busca ser utópica aquecia meu torax e despertava os sentidos mas hoje, até para Sandman, é impossivel me banhar em pó de areia.

Devo aprender logo que sou assim e gosto de ser assim.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ilusão dos tempos modernos.

Há duas fases quando algum relacionamento termina. Eu já transcendi as duas... e, hoje, me satisfaz outras coisas. O Blog de um romantico metamorfoseou-se de volta no sonhador lúdico.

Ando com pouca inspiração, tendenciosamente a tenho quando estou instrospectivo e de longe, no momento, tenho me sentido assim.

Mas a verdade, única e exclusiva é que estou de bem comigo. 

Por isso, sem mais delongas diferente da maioria das pessoas não espero um ano melhor mas vou fazer ele tornar-se gratificante. Ao minimo pra mim.


Minha Ode para as novas amizades, amores, amarguras e sonhos... mas isso em Breve.


Um ótimo fim de ano a todos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Arrumando os trapos velhos e objetos perdidos

"é como disse um professor meu certa vez: pra limpar uma sala, a gente tem que bagunçar mais antes de pôr tudo de volta no lugar."

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Evolução

A teoria suplementa tantas respostas que hoje acreditamos ter. Mas onde há evolução deveria haver progresso e onde encontramos isto? A todo instante e isso é dificil de perceber, de tornar integro e laboral no dia a dia.

Um escorregão e vai-se tempo, precioso, em detrimeto de algo tão bom de sentir e ser. Qualquer argumento torna-se pifio para consagrar a mentira de que fazemos isto diariamente. Eu? Soa como desabafo pois é um desabafo. Se pudesse crer em misticismo ou qualquer sobrenaturalidade do hell instintivamente eu sou um Aziago ou qualquer equivalente. Geralmente as pessoas são preenchidas de algo, mas céus, transbordou toda merda que podia pro meu lado.

Começo pelo fácil, já que ele já é tão dificil... e o dificil? Deixa pra depois, eu não sou forte pra isto. Quero chegar lá e ter a chance de divagar sobre ele. Mas sinceramente? Começo por mim, pra depois finalizar pelos outros.

*Encara, com receio e timido, a trilha a frente*

O ego precisa acalmar, aquietar a bunda e deixar estar. Tempo. Tempo. Tempo. Menino mal criado, chato, que faz de tudo pra ter o que deseja. Calma, por favor, eu peço por mim, por que sou de ti parte e pelas pessoas que nutro afeto quero tornar-me alguém.


Mas quem? Evolução.

Ponto.