Tenho tido dificuldade para as palavras, provável reflexo do
que consigo com minha vida. Mas gosto das imagens mesmo na naturalidade da sua vida estática me fazem vibrar mais que as pessoas.
Já não me recordo quando postei aqui pela ultima vez pois
faz tempo que acumulo coisas,individuos, sentimentos... em particular, experiências
frustrantes e as basto em mim, sem procurar expandi-las ou torna-las síntese de
algo que me faça aprender. Tem sido difícil
esgotar toda essa característica primordial de introspecção, solidão, ao nível do
secreto, do indizível... daqueles que leem a ti com uma intuição e não com
olhares capciosos.
Gostaria de renegar a
minha condição de afável mas que não passa de miserável, condição equivalente a
qualquer outro individuo nesse mundo, provido apenas da materialidade do
respirável, das suas superficialidades existenciais e sobretudo relações de
amores líquidos.
Um ser de momentos, de fases, um ser do óbvio. Essa dualidade não me deixa ser feliz.
Um ser de momentos, de fases, um ser do óbvio. Essa dualidade não me deixa ser feliz.
Numa bolha de confusão só quero retratar o rosto de uma
menina, que me atrai e encanta.
Na sensação de temor só desejo um sorriso amigável, do mais
embriagado amigo.
No peso da responsabilidade, não quero nada. Só paz,
tranquilidade.
